O poder do Ritual, parte 1 – A necessidade do homem por rituais e os ritos de masculinidade

21 de fevereiro de 2016

O York Blog publicará nos próximos domingos uma sequência de textos do excelente blog americano “The Art. of Manliness“, ou, ‘ A arte da masculinidade’, que lidam diretamente com a questão do ritual para o homem contemporâneo. Essa é uma questão que deveria ser cara para os maçons, pois parte fundamental da Maçonaria é feita através de rituais. Esperamos que os textos, que não são especificamente maçônicos, possam ajudar os…

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Maçonaria na Literatura: Crônica de Machado de Assis

19 de fevereiro de 2016

Machado de Assis é um dos grande autores brasileiros. Numa pequena crônica publicada em 10 de janeiro de 1884, rememorando um episódio ocorrido quando do Alvará Régio de 1817 em que o Rei Dom João VI (lembrem-se que o Brasil já não era mais Colônia, e sim “Reino Unido” com Portugal e Algarve) proibiu a Maçonaria por conta da Revolução do Porto, traçando um paralelo com a Questão Religiosa que…

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Diálogos de um Velho Cobridor – I:6

  Os “Diálogos do Velho Cobridor” são uma série de pequenas peças escritas pelo Ir∴ Carl Claudy no ano de 1924. São 70, no total, divididas em 7 capítulos. O YORK BLOG disponibilizará a tradução de dois diálogos por semana para os seus leitores, às terças e quintas. Diálogos de um velho Cobridor Por Carl Claudy (1879-1957) Tradução: Edgard da Costa Freitas Neto, M∴ M∴ Capítulo I – Shekinah 6….

18 de fevereiro de 2016
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A essência da Franco-Maçonaria Escocesa

17 de fevereiro de 2016

O presente texto foi postado recentemente pela página oficial da Grande Loja da Escócia no facebook. Segundo a postagem, o texto havia sido encaminhado para todas as lojas jurisdicionadas, a fim de que fosse lida em sessão. Pela sua relevância, traduzimo-lo para o público brasileiro tomar conhecimento de como nem tudo é igual no mundo maçônico, e que, sim, existe um outro modo de ser “Potência”. *** A essência da…

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AZUL, A COR MAÇÔNICA

15 de fevereiro de 2016

AZUL, A COR MAÇÔNICA por Foster H. Garret, 33º Tradução: Luiz Felipe Roszenweig, M∴I∴ Muitas vezes falamos da “Loja Azul” e de “Maçonaria Azul”, mas será que realmente entendemos o seu significado e sua origem? Refiro-me ao uso da cor “azul”, juntamente com Loja ou Maçonaria Somos ensinados que o azul se refere à abóbada celeste e ensina a universalidade da Maçonaria. Isto é verdade e eu não iria criticar…

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O conceito maçônico de liberdade: Maçonaria e Iluminismo

13 de fevereiro de 2016

O presente artigo foi publicado no site Pietre-Stones Review of Freemasonry, sendo de autoria do Irmão Alex Davidson, Past Master das Lojas United Masters #167 e Liberal Arts #500 da Grande Loja da Nova Zelândia. Pela sua relevância acadêmica, providenciamos aqui sua tradução para o português. O conceito maçônico de liberdade: Maçonaria e Iluminismo Por Alex Davidson, Past Master Tradução: Thiago Tavares de Figueiredo, C∴ M∴ O recém-iniciado maçom assimila…

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PEDIDO DE DOAÇÃO DE SANGUE E PLAQUETAS – SALVADOR/BA

12 de fevereiro de 2016

Chamamos a atenção dos nossos leitores, em especial aos membros da família maçônica, para o pedido de doação de sangue e plaquetas em favor do Ir.’. Miled Haun, internado no Hospital Santa Izabel. Doadores podem se dirigir para o STS, situado na Rua do Limoeiro, no Bairro de Nazaré, em Salvador/BA. O Ir.’. Miled é Mestre Instalado da Loja Areópago Itabunense, do Oriente de Itabuna/BA. A ele desejamos pronto restabelecimento.

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Diálogos de um velho Cobridor – I:4

11 de fevereiro de 2016

Diálogos de um velho Cobridor Por Carl Claudy (1879-1957) Tradução: Edgard da Costa Freitas Neto, M∴ M∴ Os “Diálogos de um velho Cobridor” são uma série de pequenas peças escritas pelo Ir∴ Carl Claudy no ano de 1924 que retratam, através do diálogo fictício entre um maçom com pouco tempo de iniciado e um maçom mais antigo e experiente, a visão de Claudy sobre a filosofia maçônica. São 70, no…

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O Ágape

10 de fevereiro de 2016

Por Rodrigo Peñaloza* Para nós, o termo “amor” é um termo equívoco, ou seja, o mesmo termo é usado para referir-se a uma imensidade de sentimentos distintos. O nosso idioma não os diferencia porque, no fundo de nossas mentes e da psiquê coletiva, não dedicamos a devida reflexão a eles. Os antigos gregos, entretanto, já pensavam sobre isso. Eles vislumbravam quatro tipos diferentes de amor e para cada um deles…

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