• NOTAS FINAIS SOBRE O LIVRO “ENTRE DOIS AMORES”
  • “Ausculta Fili”: Um comentário em 7 pontos
  • Resenha: “Entre Dois Amores”
  • Maçons, eleições e discussões políticas
  • RORAIMA: Um chamado à ação maçônica

Diálogos de um Velho Cobridor – I:6

  Os “Diálogos do Velho Cobridor” são uma série de pequenas peças escritas pelo Ir∴ Carl Claudy no ano de 1924. São 70, no total, divididas em 7 capítulos. O YORK BLOG disponibilizará a tradução de dois diálogos por semana para os seus leitores, às terças e quintas. Diálogos de um velho Cobridor Por Carl Claudy (1879-1957) Tradução: Edgard da Costa Freitas Neto, M∴ M∴ Capítulo I – Shekinah 6….

Read More >>

A essência da Franco-Maçonaria Escocesa

O presente texto foi postado recentemente pela página oficial da Grande Loja da Escócia no facebook. Segundo a postagem, o texto havia sido encaminhado para todas as lojas jurisdicionadas, a fim de que fosse lida em sessão. Pela sua relevância, traduzimo-lo para o público brasileiro tomar conhecimento de como nem tudo é igual no mundo maçônico, e que, sim, existe um outro modo de ser “Potência”. *** A essência da…

Read More >>

AZUL, A COR MAÇÔNICA

AZUL, A COR MAÇÔNICA por Foster H. Garret, 33º Tradução: Luiz Felipe Roszenweig, M∴I∴ Muitas vezes falamos da “Loja Azul” e de “Maçonaria Azul”, mas será que realmente entendemos o seu significado e sua origem? Refiro-me ao uso da cor “azul”, juntamente com Loja ou Maçonaria Somos ensinados que o azul se refere à abóbada celeste e ensina a universalidade da Maçonaria. Isto é verdade e eu não iria criticar…

Read More >>

Velha conhecida

A política do amor é complexa. Ela comove e incomoda. São os “nãos” ditos pelos malditos. É velha mania humana de rotular o tudo da vida, na vida… Tudo é exceção! Trazida das raízes, ultrapassando os seus limites, chegando ao universal. Como é que pode ser tão distante, caótico e inebriante, sentir tudo que essa velha política imprime na humanidade? O medo é que, no meio dessa loucura pulverizada, o…

Read More >>

O conceito maçônico de liberdade: Maçonaria e Iluminismo

O presente artigo foi publicado no site Pietre-Stones Review of Freemasonry, sendo de autoria do Irmão Alex Davidson, Past Master das Lojas United Masters #167 e Liberal Arts #500 da Grande Loja da Nova Zelândia. Pela sua relevância acadêmica, providenciamos aqui sua tradução para o português. O conceito maçônico de liberdade: Maçonaria e Iluminismo Por Alex Davidson, Past Master Tradução: Thiago Tavares de Figueiredo, C∴ M∴ O recém-iniciado maçom assimila…

Read More >>

PEDIDO DE DOAÇÃO DE SANGUE E PLAQUETAS – SALVADOR/BA

Chamamos a atenção dos nossos leitores, em especial aos membros da família maçônica, para o pedido de doação de sangue e plaquetas em favor do Ir.’. Miled Haun, internado no Hospital Santa Izabel. Doadores podem se dirigir para o STS, situado na Rua do Limoeiro, no Bairro de Nazaré, em Salvador/BA. O Ir.’. Miled é Mestre Instalado da Loja Areópago Itabunense, do Oriente de Itabuna/BA. A ele desejamos pronto restabelecimento….

Read More >>

Maçonaria na Literatura: “O Homem que queria ser Rei”, de Rudyard Kipling

Este artigo, de minha autoria, foi publicado originalmente na Revista Ciência e Maçonaria, Vol 1. nº 2 (2013). Conheça e prestigie o trabalho desta importante revista maçônica brasileira. : http://www.cienciaemaconaria.com.br/index.php/cem O Homem que queria ser Rei: Uma aventura Maçônica Resumo O presente trabalho busca demonstrar a influência da filosofia e do simbolismo maçônico presentes no conto “O homem que queria ser Rei”, de Rudyard Kipling, ressaltando as lições maçônicas que…

Read More >>

Diálogos de um velho Cobridor – I:4

Diálogos de um velho Cobridor Por Carl Claudy (1879-1957) Tradução: Edgard da Costa Freitas Neto, M∴ M∴ Os “Diálogos de um velho Cobridor” são uma série de pequenas peças escritas pelo Ir∴ Carl Claudy no ano de 1924 que retratam, através do diálogo fictício entre um maçom com pouco tempo de iniciado e um maçom mais antigo e experiente, a visão de Claudy sobre a filosofia maçônica. São 70, no…

Read More >>

O Ágape

Por Rodrigo Peñaloza* Para nós, o termo “amor” é um termo equívoco, ou seja, o mesmo termo é usado para referir-se a uma imensidade de sentimentos distintos. O nosso idioma não os diferencia porque, no fundo de nossas mentes e da psiquê coletiva, não dedicamos a devida reflexão a eles. Os antigos gregos, entretanto, já pensavam sobre isso. Eles vislumbravam quatro tipos diferentes de amor e para cada um deles…

Read More >>
Simple Share Buttons
Simple Share Buttons